“A estreia é sempre difícil”, disse Vadão sobre jogo da Seleção Brasileira com a Jamaica no Mundial Feminino

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Foto: Assessoria / CBF

Depois de ser eliminada nas oitavas de final pela Austrália, na última edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino, a Seleção Brasileira quer ir mais longe e vai buscar o tão sonhado título mundial, na França 2019. Para isso, as meninas do Brasil iniciam a caminhada diante da Jamaica, neste domingo, 9/6, às 9h30 (10h30 de Brasília), no Stade des Alpes, na cidade de Grenoble. A equipe está no grupo C, e joga na primeira fase do mundial, com Itália, Austrália e Jamaica.

De Grenoble, na França, o técnico Vadão, ressaltou ao SportsManaus, a partida com a seleção debutante em Copa do Mundo, mas alertou que todo cuidado é pouco, porque uma estreia é totalmente diferente do que jogar em qualquer rodada de uma competição.

– A estreia é sempre difícil, porque é o início da competição e todos tem zero ponto. A motivação é muito grande, no caso da Jamaica, é a primeira vez que disputa uma Copa do Mundo. Imagine a motivação no primeiro jogo, onde se conseguir uma proeza de vencer o Brasil, faz três pontos. É diferente quando se joga, por exemplo, pela última rodada, que as vezes o adversário não tem mais chances e as coisas mudam, mas a estreia não, todos saem do zero e a motivação estará presente entre as duas equipes – comentou, mas lamentou a ausência da craque Marta, pela importância tática ao elenco.

Vadão lamentou não poder contar com a jogadora Marta na estreia (crédito: Assessoria / CBF)

– Nós perdemos a melhor jogadora do mundo para o primeiro jogo, só por isso, já temos uma perda considerável. Pelo nível tático, a Marta é muito interessante e obediente, não é uma jogadora que não joga para ela, mas para a equipe. Se tiver de jogar de atacante ela joga, se for na posição de origem de meia, ela joga se for como ponteira nas beiradas, ela também joga, enfim, ela se adapta naquilo que a equipe precisa. Ela tem essa facilidade de jogar em três ou quatro posições – frisou.

Para evitar qualquer surpresa e com um trabalho realizado pela comissão técnica, Vadão, confessou que o grupo já tem todas as informações necessárias sobre a Jamaica. Para ele, é importante estudar todos os ângulos táticos do adversário para conseguir o resultado positivo.

– Nós já analisamos tudo, as atletas tem tudo, inclusive tem um jogo fracionado, por exemplo, a defesa recebe tudo sobre o ataque, o meio-campo tudo sobre o meio e nosso ataque recebeu tudo sobre a defesa. Realizamos as reuniões gerais, trabalhando de uma forma geral o grupo todo, depois por setores como meio-campo, ataque e defesa. Nós estudamos muito bem a Jamaica, é um time forte, rápido, gosta do jogo de choque, do corpo a corpo, nós vamos ter dificuldades indiscutivelmente, mas criamos algumas alternativas para tentar vencer o jogo – pontuou.

Em décimo lugar no ranking mundial de futebol feminino da FIFA, a Seleção Feminina está muito à frente da Jamaica, ocupando 53º posição. Para Vadão, esse favoritismo vai estar sempre presente, mas lembrou que o Brasil sofreu com muito problemas de contusão, com isso, o time perdeu as principais jogadores para o mundial.

– Esse detalhe do peso vem se arrastando ao longo do tempo, embora, hoje o futebol feminino mudou muito. Algumas décadas atrás, o Brasil era favorito, mas tinha mais duas ou três seleções. Esse peso que o futebol brasileiro carrega, seja de base e profissional não tem como fugir, mas as coisas mudaram muito e nós também nesse momento de preparação. Nós perdemos duas atletas importantíssimas, que foi a além das que não vieram, já ficaram no Brasil, ainda perdemos a Fabiana, a Érica e agora a Marta, que não joga o primeiro jogo. Trabalhamos muito em cima da recuperação de atletas para ter o melhor possível – disse, mas elogiou a grande cobertura da mídia brasileira.

– A maior cobertura da Copa do Mundo Feminina, será esse ano. Obviamente os anos que virão pela frente será a mesma coisa, mas esse ano especificamente, a cobertura no Brasil, a grande mídia as vezes não dava a mesma importância, e o fato de termos canal aberto, vamos ter uma visibilidade muito grande. Isso traz a expectativa da vitória de ser campeão, enfim, aquela coisa toda.



Paulo Rogério

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