Chega de Saudade !!!

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Foto: Reprodução

Tenho analisado o futebol brasileiro nos últimos anos e uma pergunta assoma: O que está acontecendo com o nosso futebol?

Alguns entendidos poderiam dizer que estamos nos “modernizando“, outros “nos adequando ao estilo europeu de jogar”, e mais uns tantos de que nosso futebol está falido, desde os fatídicos 7 a 1 diante da Alemanha em 2014.

Não se trata de nenhuma dessas hipóteses, mas de um processo que vem se arrastando ao longo dos anos e da qual todos fazem questão de ignorar.

O que ocorre no futebol brasileiro nada mais é que consequência da visão que temos do esporte, de uma visão ufanista à empresarial. O nosso futebol continua estagnado, embora tenha tecnologicamente avançado, com recursos inimagináveis para alguns anos passados, que vão desde a preparação física, às estruturas e táticas das equipe. Mesmo assim, o nosso futebol permanece centralizado, sem expressão e pior, a cada dia mais engessado.

Não se modernizou porque a maneira de “fazer” futebol, de gerir, continua sendo a mesma desde décadas passadas. Nesse aspecto, o futebol é visto como um meio de projeção, onde dirigentes “controlam” o clube como se fosse sua casa. É uma gestão quase que amadora e apaixonada, mas que prejudica de modo geral aos atores do esporte bretão. 

O estilo “europeu” de jogar não se aplica a nós, cujo marca é o improviso dentro das quatro linhas. Pelo Inusitado Futebol Clube (IFC), onde um jogador consegue reverter com um drible ou uma ação individual (cada dia mais raramente) uma situação de jogo que se apresenta adversa, em nada se parece com o tal “estilo europeu”, e mesmo, que se adaptasse, ainda assim, o jogador brasileiro não deixaria de dar o seu toque à dureza das cinturas dos nossos irmãos futebolistas.

Com relação aos 7 a 1, parece que deu um surto naquela equipe, onde vimos em 18 minutos, a Alemanha demonstrar o que era o futebol taticamente jogado, mesmo com a junta dura (hoje talvez nem eles, nem outra seleção consiga fazer aquilo) contra uma equipe que assistiu estupefata a uma aula de futebol. Não fomos humilhados, fomos alertados, e creio que superamos o placar, mas não superamos as necessidades de mudanças.

Essa necessidade de mudanças se refletem no cotidiano da bola. O eixo Rio-São Paulo que, sempre mandou no futebol brasileiro, hoje compete com Minas e Rio Grande do Sul, demonstrado que o futebol pode ser jogado além desses limites.  Esse é o princípio da mudança, embora hoje, concorramos com a internet e com os clubes do exterior.

Houve uma época, em que o futebol brasileiro era o melhor do mundo e nós éramos “celeiro de craques”. Par que isso, volte a ocorrer, temos que mudar o nosso modo de olhar o futebol.

Uma gestão profissional, é acreditar e fazer de tudo para manter nossos craques aqui, ou seja, são passos iniciais para essa mudança. Não dá para viver pensando no que fomos, mas no que queremos ser, enquanto nação do esporte.  

Em nome dos mais de 600 clubes profissionais do Brasil, chega de Saudade !!!

Tenho analisado o futebol brasileiro nos últimos anos e uma pergunta assoma: O que está acontecendo com o nosso futebol?

Alguns entendidos poderiam dizer que estamos nos “modernizando“, outros “nos adequando ao estilo europeu de jogar”, e mais uns tantos de que nosso futebol está falido, desde os fatídicos 7 a 1 diante da Alemanha em 2014.

Não se trata de nenhuma dessas hipóteses, mas de um processo que vem se arrastando ao longo dos anos e da qual todos fazem questão de ignorar.

O que ocorre no futebol brasileiro nada mais é que consequência da visão que temos do esporte, de uma visão ufanista à empresarial. O nosso futebol continua estagnado, embora tenha tecnologicamente avançado, com recursos inimagináveis para alguns anos passados, que vão desde a preparação física, às estruturas e táticas das equipe. Mesmo assim, o nosso futebol permanece centralizado, sem expressão e pior, a cada dia mais engessado.

Não se modernizou porque a maneira de “fazer” futebol, de gerir, continua sendo a mesma desde décadas passadas. Nesse aspecto, o futebol é visto como um meio de projeção, onde dirigentes “controlam” o clube como se fosse sua casa. É uma gestão quase que amadora e apaixonada, mas que prejudica de modo geral aos atores do esporte bretão. 

O estilo “europeu” de jogar não se aplica a nós, cujo marca é o improviso dentro das quatro linhas. Pelo Inusitado Futebol Clube (IFC), onde um jogador consegue reverter com um drible ou uma ação individual (cada dia mais raramente) uma situação de jogo que se apresenta adversa, em nada se parece com o tal “estilo europeu”, e mesmo, que se adaptasse, ainda assim, o jogador brasileiro não deixaria de dar o seu toque à dureza das cinturas dos nossos irmãos futebolistas.

Com relação aos 7 a 1, parece que deu um surto naquela equipe, onde vimos em 18 minutos, a Alemanha demonstrar o que era o futebol taticamente jogado, mesmo com a junta dura (hoje talvez nem eles, nem outra seleção consiga fazer aquilo) contra uma equipe que assistiu estupefata a uma aula de futebol. Não fomos humilhados, fomos alertados, e creio que superamos o placar, mas não superamos as necessidades de mudanças.

Essa necessidade de mudanças se refletem no cotidiano da bola. O eixo Rio-São Paulo que, sempre mandou no futebol brasileiro, hoje compete com Minas e Rio Grande do Sul, demonstrado que o futebol pode ser jogado além desses limites.  Esse é o princípio da mudança, embora hoje, concorramos com a internet e com os clubes do exterior.

Houve uma época, em que o futebol brasileiro era o melhor do mundo e nós éramos “celeiro de craques”. Par que isso, volte a ocorrer, temos que mudar o nosso modo de olhar o futebol.

Uma gestão profissional, é acreditar e fazer de tudo para manter nossos craques aqui, ou seja, são passos iniciais para essa mudança. Não dá para viver pensando no que fomos, mas no que queremos ser, enquanto nação do esporte.  

Em nome dos mais de 600 clubes profissionais do Brasil, chega de Saudade !!!

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Jonas Santana Filho

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E-mail: jonassan40@gmail.com 



Paulo Rogério

I live in Brazil, in the city of Manaus, which hosted 2014 World Cup matches, the Olympic 2016 men's and women's football tournament. I'm Paulo Rogério Veiga, 51, a reporter, journalist and owner of sports portal www.sportsmanaus.com.br. I would like to inform you that I have received material from FIFA for 35 years, in addition to Conmebol and UEFA. I have also been editor of globoesporte.globo.com/am/ portal. I am working as a press and publicity advisor to leverage your company, product, brand, your soccer career, whether player, coach, club, manager, any professional that Works and conducts business in football. I am a professional / base player agent and a soccer coach. I have contact with agents, international agencies, academies, intermediaries, scoutings, among others in Brazil and in world football, including with signed contract. Another work I do is to attract potential investors to sponsor clubs in Brazilian football, which seek to gain their place in the regional, national and even international scenario. Contact us. E-mail: paulo.imprensa@hotmail.com pauloimprensa@gmail.com Contact: +55 (092) 3629-0651 (office) +55 (092) 99171-9226 (live / watsapp). Leia mais em sobre o editor clicando aqui.


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