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De Havre, Vadão analisa jogo decisivo com a França pelas oitavas de final da Copa do Mundo Feminina

Foto: Assessoria / CBF

Terceira colocada no grupo C na fase classificatória, com seis pontos, a Seleção Brasileira tem pela frente uma decisão antecipada com a França, pelas oitavas de final, da Copa do Mundo de Futebol Feminino. As meninas do Brasil encaram as donas das casa, neste domingo, 23/6, às 15h (16h de Brasília), no estádio Océane, em Havre. A França foi a primeira colocada no grupo A, com três vitórias e nove pontos conquistados.

De Havre, o treinador da Seleção Feminina, Vadão, analisou ao SportsManaus, as chances da equipe diante de uma adversária muito difícil e que realizou uma boa campanha na primeira fase do mundial.

– Acho que o fato de pegar a França, uma equipe muito boa, difícil, anfitriã e tem o apoio de sua torcida, nós sabemos de tudo isso, mas isso não tira nenhuma chance do Brasil, embora tenhamos muitos problemas de contusão, mas temos condições de enfrentar a França de igual para igual. As chances do Brasil são boas e sabemos das dificuldades do jogo que é muito difícil, mas será para os dois lados – disse, mas alertou.

Vadão disse que será um jogo igual de igual para ambos os lados (crédito; Assessoria / CBF)

– Temos muito mais elogio da seleção francesa do que defeitos, mas é uma equipe que não pode deixar muito transitar com a bola nos pés, é uma equipe técnica e com boas infiltrações, temos que neutralizar isso. O forte também é a velocidade na frente e não podemos dar muito campo para que essa velocidade aconteça, pois minimizando isso, teremos uma chance maior de fazer um melhor jogo – concluiu.

Sobre a campanha da França até agora no mundial, invicta e três vitórias, Vadão disse que o elenco já vem jogando há algum tempo, por isso, o entrosamento é um ponto muito forte e favorável para as adversárias.

– Logicamente sim, mostra que a França está muito bem trabalhada. A França tem uma grande vantagem em relação há várias seleções, algumas também tem esse privilégio, mas a França é uma delas, onde a base é do Lyon. Elas jogam juntas o ano todo, é uma equipe sempre muito entrosada, porque jogam todas as competições juntas e complementadas com jogadores do PSG, mas a base é do Lion. Elas jogam juntas é uma equipe muito bem trabalhada, porque o entrosamento é o ponto forte – explicou, mas disse que apesar de enfrentar as anfitriãs, não considera algo bom, porque a França leva todo peso de conseguir a classificação de jogar em casa.

– Podemos até olhar por esse lado da adversária ter uma carga maior de responsabilidade, mas na verdade isso não vai pesar tanto. Isso pode pesar no final da partida, se não tiver favorável para França, aí sim, tem um pouco mais de ansiedade, mas o importante é nos apresentarmos bem. Estarmos confiantes dentro das nossas possibilidades e fazer um bom jogo para ter chances do melhor resultado. Não vamos esquecer que o mata-mata de Copa do Mundo, não tem dois jogos, é apenas um. Os erros tem que ser minimizados o menor tempo possível – finalizou.

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