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FUTEBOL AMAZONENSE

Dirigente do Fast se reúne na FAF sobre Copinha, mas situação do clube é difícil

Preocupado com a situação do Fast Clube em sua participação na Copa São Paulo Júnior de 2019, o vice-presidente Claudio Nobre, se reuniu com presidente da FAF, Dissica Valério Tomaz, na tarde desta segunda-feira (20), na sede da entidade. O dirigente do Tricolor de Aço foi saber se o clube pode ou não disputar o maior evento de futebol de base do país.

O Fast venceu o Holanda na final do Campeonato Amazonense Sub-19, e garantiu mais uma vez vaga na Copinha, mas como deixou de participar da edição deste ano, por falta de passagens aéreas. De acordo com mandatário da federação, o clube foi punido pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

Segundo o dirigente do Tricolor de Aço, ele só ficou sabendo da situação do clube depois da conversa com mandatário da federação. Ele disse, que a situação é muito difícil para tentar reverter.

– Tomei conhecimento agora, pela primeira vez estou vindo aqui na federação. O presidente Dissica vai tentar resolver a situação, mas se houver tempo hábil. Infelizmente, acredito que não deve haver. O Holanda deve ser o representante na Copa São Paulo, com a camisa de uma seleção, na qual concordo – disse, mas lamentou problema políticos na época, quando houve o pedido de passagem, junto ao poder público.

– Vamos pedir primeiro uma solicitação a Federação Paulista de Futebol (FPF) e pedir que acabe com isso (punição), onde o clube não tem culpa. O Fast não recebeu nenhum documento da federação sobre alguma punição. Nós comunicamos no final de dezembro do ano passado a federação, de que não iriamos participar da Copinha. Houve todo um problema, claramente político, em que o grupo que assumiu o governo, não gostava do secretário de esportes que estava no cargo. No final, acabaram não cedendo a passagens.

Vou tentar

Já o presidente da FAF, Dissica Valério Tomaz, confessou ao SPORTSMANAUS, que ainda fará a última tentativa para garantir o Rolo Compressor como representante na próxima edição da Copinha. Para ele, houve todo um imbróglio político que dificultou o clube ano passado.

– Ficou definido que realmente não há mais tempo hábil para se resolver o problema, mas mesmo assim, ainda vou tentar buscar junto ao presidente Reinaldo Bastos, da federação paulista, se existe alguma maneira de nós administrarmos essa situação. Se não houver, o Fast está consciente de que não foi culpa dele e nem da federação. Simplesmente houve as eleições complementares ao governo, em que trocaram o secretario que havia acordado conosco as passagens – concluiu, mas ainda frisou.

– Nós estamos administrando agora com muito cuidado tudo isso. Vou fazer contato com presidente da federação paulista, para ver o que podemos resolver. O Fast não tem mais tempo para ele ser o representante, mas vamos adotar o mesmo critério do ano passado, ou seja, vai ser uma seleção, onde a federação vai se responsabilizar a parte da logística de novo.

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