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Em coletiva, presidente do Nacional apresenta nova equipe e afirma que vai trabalhar com limite financeiro

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Na tarde desta terça-feira, o presidente aclamado do Nacional, nas últimas eleições, Roberto Peggy, em entrevista coletiva, na sala de imprensa do CT Barbosa Filho, zona Leste, apresentou oficialmente o novo gestor de futebol, José Reis, o treinador Aderbal Lana, o preparador físico Rodrigo Bernardi, além de outros dirigentes que farão parte da nova composição da diretoria azulina para temporada desse ano.

Com apenas duas competições nesse ano, sendo a pré-Copa Verde, e com estreia diante do Galvez (AC), no dia 29 de janeiro na capital acreana e o Campeonato Amazonense, a partir da segunda quinzena de março, o mandatário do Naça, disse ao PAULOREPORTER, que o trabalho será feito com uma política dentro da realidade financeira do clube.

– As despesas do Nacional, se incluem as contratações de jogadores, comissão técnica, enfim, nós trouxemos o gestor de futebol e passamos a ele o limite do Nacional para trabalhar dentro de uma margem de segurança e assumir as suas responsabilidades. Hoje, nós estamos trabalhando com uma média salarial de R$ 3 mil por jogador. A comissão técnica está dentro de uma média salarial entre R$ 6 a R$ 7 mil dentro de uma realidade do futebol amazonense. Vamos fechar o orçamento até as próximas contratações e começar com elenco de 30 a 40% do que vamos contratar. Vamos iniciar com 10 a 11 jogadores para começar dia 9 de janeiro, mais alguns das categorias de base, e depois ao longo do desenvolvimento da competição devemos ter 28 jogadores no final do Campeonato Amazonense.

Treinador disse que vai realizar dois amistosos antes de pegar o Naça (créditos: divulgação)

Com pouco tempo de preparação para enfrentar o Galvez pela Copa Verde, Roberto Pegy, disse que isso não é uma grande preocupação, pois em outras épocas se formaram o grupo azulino com bastante antecedência e não chegou a lugar nenhum.

– Muitas vezes nós começamos com três meses de antecedência e não deu certo. Acho que é mais uma questão de planejamento de quem está comandando o time e a responsabilidade dos jogadores, no caso trazendo para defender o Nacional. Não tenho preocupação sobre isso, pois existe um alinhamento com preparador físico, porque ele sabe que é um momento em que não se pode forçar o físico do jogador. Nós temos que trabalhar a parte tática e técnica, pois o time vai chegar preparado para conseguir o resultado.

Na medida

Ciente de que chega ao Nacional com uma política financeira no limite, o gestor de futebol, José Reis, disse que está montando o elenco, de acordo com que foi estabelecido pelo presidente do Leão da Vila Municipal.

– Na verdade, estamos falando de 1/3 do que se trabalhou na temporada passada, consequentemente por conta disso, você tem que buscar as alternativas no mercado, como parcerias de alguns clubes que possam subsidiar partes ou 100% dos salários dos atletas. Buscar atletas que estejam dentro do patamar salarial da nossa realidade, assim como, outros dispostos a encarar esse projeto conosco, porque tenho vendido aos atletas com quem nós temos conversado de que eles participando desse momento do Nacional será muito importante na carreira deles, porque trata de uma grande equipe do Norte do país, tem história, não necessariamente todos os atletas que virão trabalhar aqui são atletas que trabalharam comigo, porque não funciona dessa forma, muitos atletas as vezes não trabalharam, mas conhecemos do mercado.

Tudo igual

Com mais de 10 passagens pelo Nacional, desde quando chegou na década de 80, o treinador Aderbal Lana afirmou que o futebol amazonense desse ano será um pouco diferente, em relação a participação do clube em outras competições regionais.

– O futebol esse ano no Amazonas vai melhorar nesse aspecto, porque não vai ter ninguém com orçamento maior do que o outro. As equipes igualam e vão entrar em jogos também com os treinadores. Por exemplo, o Princesa tem um time dentro do orçamento que o Nacional tem. O Penarol se subir da mesma forma. O Rio Negro da mesma forma, então não vai haver aquela discrepância de muito dinheiro numa equipe e os outros sem nada. Acho que vai ser um campeonato difícil, o Nacional tem que lutar muito por esse calendário e lutar muito também pela Copa Verde. O tempo é curto é, mas eu nunca tive dificuldade montar time em 10, 15 ou 20 dias.

O presidente do Nacional, Roberto Peggy, confirmou que o ex-mandatário do clube, Mário Cortez, o ajudará em seu mandato como assessor administrativo da presidência. Já o experiente Maneca, terá o cargo de assessor de futebol da presidência.  



EDITOR - Paulo Rogério Veiga, comunicador esportivo, repórter, radialista e agente business de jogadores e treinadores. Contato 55+ (92) 99171-9226 vivo/watsap / 55+ (92) 98193-1304 tim/watsap. Email: pauloreporter@hotmail.com / pauloimprensa@gmail.com Leia mais em sobre o editor clicando aqui.