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EXCLUSIVO: “Acho que não teria cabeça para continuar”, disse Carlos Tozzi sobre sua saída do Penarol-AM

Carlos Tozzi não é mais o treinador do Penarol. Ele se desligou do Leão da Velha Serpa, na tarde desta quinta-feira, 1º de março e comunicou o presidente do clube, Ila Rabelo. O fato aconteceu em menos de 24 horas, logo após a equipe perder para o Fast Clube em casa, a chance de garantir sua presença na final do estadual, uma vaga na Copa do Brasil e Brasileiro da Série D de 2019.

Depois de uma campanha irretocável, como a melhor equipe, invicto e com chances de conquistar o segundo turno, o técnico Carlos Tozzi, sem citar qualquer atrito ou desavença com jogadores e muito menos membros da diretoria, segundo ele, resolveu deixar o clube neste momento.

De Itacoatiara, Tozzi explicou como aconteceu sua saída do Penarol, quase um dia depois de disputar o título do primeiro turno, mas afirmou que já estava bem adiantado sua ideia, inclusive até já tinha a chegada de outro treinador.

– Sim, entreguei hoje à tarde, conversei com o presidente Ila Rabelo ontem (quarta-feira), onde mandei uma mensagem para ele, que estava entregando o cargo e ele não respondeu. Hoje de manhã, conversei que faria o jogo de sábado, até chegar o outro treinador. Ele disse que já tinha entrado em contato com outro treinador e não poderia voltar atrás. Entendo o presidente – contou, mas negou qualquer desentendimento com alguém do clube.

– Não houve atrito nenhum, eu mesmo acho que não teria cabeça para continuar, por isso, que entreguei o cargo, até porque, o Penarol e o único time que não perdeu – justificou ao SPORTSMANAUS.

Mesmo com a boa regularidade no campeonato, o agora ex-treinador do Penarol, lamentou a perda do título jogando em casa e diante da torcida, mas agora afirmou que agora é seguir seu caminho.

– Tinha convicção que iríamos ganhar o primeiro turno, mas infelizmente não conseguimos. Como não levei o Penarol a ser campeão, e não tem calendário para o outro ano, achei melhor entregar o cargo, deixar a disposição da diretoria – explicou, mas negou qualquer tipo de pressão dos dirigentes antes da final para ganhar o título de qualquer maneira.

– Não, em nenhum momento a diretoria me pressionou, até porque nós éramos o único time que não perdeu no campeonato. Não tenho nada a reclamar da diretoria, dos torcedores e da cidade. Todos me tratam muito bem – disse e ainda acrescentou.

– Todos me respeitam como homem é como treinador. Só tenho elogios para todos os atletas e minha comissão, tenho respeito por todos desde do roupeiro até a nossa secretária da sede, que faz tudo para os jogadores e comissão. Saio de cabeça erguida, só tenho a agradecer a todos. Muito obrigado por tudo.

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