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FUTEBOL INTERNACIONAL

Na abertura da Libertadores, Delfín massacra Nacional

Da redação do SPORTSMANAUS, com informações do LANCE – Por Rafael Takacs

Com show de atacante, o time equatoriano venceu por 3 a 0 e encaminhou a sua classificação para a próxima fase 

Foto: Reprodução 

No primeiro jogo da Libertadores da América, o Delfín goleou o Nacional por 3 a 0 e abriu uma excelente vantagem para duelo da volta. As duas equipes voltam a se encontrar no dia 30 de janeiro, em Assunção.

O jogo

Com mais presença no campo de ataque, o Delfín abriu o placar na casa dos 11 minutos. Após passe de Carlos Gárces, Juan Rojas invadiu a área e chutou forte. O goleiro bateu roupa e no rebote, Ordóñez estudou as redes.

O gol abalou o Nacional, que não conteve o ímpeto do Delfín e levou mais um. Após cruzamento da direita, Ordóñez, sozinho, cabeceou para o fundo do gol.

Assim que fez a vantagem, o Delfín diminuiu o ritmo do jogo e chamou o Nacional, que pouco apresentava. Por outro lado, quando pressionava no ataque, o time equatoriano assustava e Sérgio López por muito pouco não ampliou em chute de fora da área.

Incansável, o time da casa chegou novamente aos 32. Em belo contra-ataque, Garcés apareceu livre na entrada da grande área, mas chutou fraco e Rojas encaixou.

Na reta final o Nacional finalmente conseguiu criar. Em bela triangulação, Juan Vieyra recebeu um cruzamento da direita e cabeceou para fora.

Na etapa final o panorama continuou o mesmo. Sem inspiração, o Nacional tinha muita dificuldade de atacar e o Delfín continuava perigoso em praticamente todas as descidas. Em uma delas, Rojas ganhou do zagueiro no alto, acertou o travessão e na sobra, Garcés mandou por cima do gol.

Se estava difícil construir uma jogada, a aposta do Nacional foi na bola área. Em cruzamento da esquerda, Parra ajeitou de cabeça e Cristaldo, na pequena área, cabeceou para fora.

Na reta final o Delfín voltou a aumenta e o volume no campo de ataque. Garcés recebeu um passe açucarado na grande área e soltou a bomba. Rojas, bem colocado, fez milagre.

Nos acréscimos o golpe final. Ordóñez chamou o zagueiro para dançar, invadiu a grande área e tocou para Garcés, que apenas bateu de primeira e deu números finais ao duelo

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