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“Temos um elenco preparado”, disse técnico do América-MG sobre primeiro jogo com Fast pela Copa do Brasil

Foto: Johann Breno Silva Bastos​

Depois da classificação fora de casa diante do Marília-MA, pela primeira fase da Copa do Brasil Sub-20, o América-MG encara o Fast Clube na primeira partida da segunda etapa, nesta sexta-feira, 29/3, às 21h de Brasília (20h Manaus), no estádio Ismael Benigno, a Colina, zona Oeste da cidade. A partida de volta será no dia 4 de abril, às 15h de Brasília, no estádio das Alterosas, em Belo Horizonte.

De Minas Gerais, o técnico do Coelho, Paulo Ricardo Lemos de Castro, de 53 anos, disse que iniciou sua carreira no clube em 1999, na equipe Sub-15. Ano passado, ele retornou as suas origens, tendo passado pelo Sub-23, além comandar o elenco Sub-20.

Sobre a partida com o Tricolor de Aço, Paulo Ricardo disse ao SportsManaus, que procurou informações com seus contatos no Bahia. Para o treinador, a goleada não pode mostrar a realidade do que foi a partida em si na sua essência.

– Penso que foi um jogo bem atípico. Houve expulsão de goleiro, expulsão de zagueiro,  pode ser que o resultado não traduza muito bem o que foi o jogo. É claro que isso pode acontecer de novo. Temos de estar preparados para as situações prováveis de acontecer, que atrapalharam muito o Bahia, e não podem ser repetidas no nosso jogo – alertou, mas disse que apesar do bom resultado do adversário, afirmou que toda partida é diferente.

Treinador disse que o Améreica joga de igual para igual em qualquer lugar (crédito: Daniel Hott / América)

– Não há jogo fácil. Hoje, no mundo inteiro, os times são mais organizados, especialmente em termos de marcação. O grande diferencial do futebol é o time que tem mais qualidade ofensiva. O time que consegue atacar com mais facilidade é o time que está um pouco acima dos outros. Mas em um começo de trabalho de temporada, é difícil se ter uma equipe já com essa qualidade. Portanto, acho que tanto o América, quanto o Fast, estão trabalhando em função disso, buscando marcar gols e se manter de forma organizada. A equipe que mostrar mais qualidade e como fazer estará mais próxima de avançar de fase.

Para não ser surpreendido e até mesmo conseguir um bom resultado em Manaus, o comandante do América, disse que manteve contatos com profissionais do próprio Bahia. Segundo ele, qualquer dado é importante para conhecer um pouco o Fast nesse primeiro compromisso.

– A informação é mais em relação ao confronto deles com o Bahia. São relatos que temos de colegas que conheço do próprio Bahia, além do próprio jogo que vi, e já analisei. Estamos nos preparando, sabendo que são dois jogos nesta fase, ou seja, 180 minutos. Mas são poucas as informações, pode ser que o adversário venha com uma postura diferente. Porém, temos preparado algumas estratégias que possam ser viáveis para a nossa equipe.

Com relação ao primeiro jogo da segunda fase da Copa do Brasil fora de casa, Paulo Ricardo, foi enfático ao dizer que não define o time adversário como favorito pelo último resultado, pois tem um elenco preparado para jogar em qualquer local e situação.

– De forma geral, atualmente todos os times do Brasil tem uma mínima organização em campo. O que pode prevalecer um pouco e influenciar a favor é a força da própria torcida, mas o América joga de igual para igual em qualquer lugar. Portanto, não vejo um favoritismo neste jogo – finalizou, mas afirmou que um empate pode ser bom na primeira partida do mata-mata da competição.

– Depende muito do que acontece no próprio jogo. Um jogo mostra se no fim um empate foi bom ou não. Se temos chances de marcar e não marcamos, é ruim. Se sofremos muitas chances contra o nosso gol e não sofremos o gol, o empate fica sendo uma coisa boa. Agora, se tivermos melhores na partida e oportunidades, precisamos procurar garantir a vantagem mesmo fora de casa. Se for ao contrário, ou seja, se o Fast tiver condições pela imposição do jogo, precisamos saber sofrer sem tomar gol.

Treinador

Paulo Ricardo Lemos de Castro, 53 anos, natural de Belo Horizonte. Graduado em Educação Física, começou a trabalhar com futebol em 1993, na área de preparação física da categoria júnior do Comercial, time amador da região do Barreiro-BH. Logo após, foi para o Santa Tereza, time de base tradicional de BH, depois passou pelo Centro de Formação do Zico e teve o primeiro trabalho no América em 1999, na equipe Sub-15. Ele ainda passou por Cruzeiro, Atlético-MG, Atlético-PR, São Paulo e, mais recentemente, Ponte Preta e Corinthians. Retornou para BH ao América desde o ano passado. No ano passado, comandou as categorias Sub-23 e Sub-20 do América, sendo

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