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Thiago Silva destaca incentivo da avó e vê vaga aberta na zaga da Seleção

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Da redação do SPORTSMANAUS, com informações do LANCE

Zagueiro concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira em Londres e contou sobre passagem com ente querida no Brasil. Ele se disse no melhor momento da carreira

Foto: Pedro Martins / MoWA Press

Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, o zagueiro Thiago Silva chega à de 2018 sem vaga garantida na defesa. Ele está atrás de Marquinhos e Miranda por um lugar entre os 11, mas considera que a disputa na zaga está aberta antes da estreia no Mundial. Foi isso o que ele disse nesta terça-feira, em entrevista coletiva em Londres, onde o Brasil se prepara para a Copa.

– Os dois são grandíssimos jogadores. Miranda até mais pela sua carreira, Marquinhos por estar iniciando muito bem. A briga é sadia, faz melhorar o nível de concentração. A gente procura sempre dar o melhor. Se ele vem citando os três e também o Geromel, que passa por fase extraordinária, todos têm totais condições de jogar. A gente já viu que nem sempre quem começa, termina a Copa. Espero que não, mas pode acontecer lesões, essas coisas. O mais importante é que ele (Tite) tem quatro jogadores que pode contar – afirmou Thiago Silva.

– Em todas as posições, a disputa é muito grande, a concorrência. De repente um treinamento que você não esteja tão bem preparado, isso pode te dificultar. Mas o mais importante é que ele tem peças para repor, jogadores que fizeram temporada excelente – completou o defensor. 

Thiago disse que vive o auge da carreira e citou um incentivo especial antes da Copa, recebido ainda no Brasil.

– Tem de recarregar as baterias, final de temporada. Tive uma grande força, minha avó de 83 anos teve uma complicação de saúde na semana passada, e fui fazer um lanche com ela. Com certeza o apoio, abraço dela foi essencial para mim, para me preparar da melhor maneira possível. Mesmo o povo no Brasil estando longe, as palavras fazem com quem estejam perto – afirmou.

Confira outros trechos da entrevista do zagueiro do PSG (FRA), que é companheiro de Marquinhos no clube e disputa com ele uma vaga no time titular da Seleção:

Críticas pelo psicológico, comportamento
Encaro naturalmente. Sou assim. O mais importante de tudo é que nunca me atrapalhou dentro de campo. Em todos os jogos procurei ao máximo estar concentrado para atuar da melhor maneira. Nem todo mundo pensa igual, temos sentimentos. E quando você tem a perda grande, algo que você queria conseguir, você deixa o emocional chegar. É natural de todo mundo. Lembro que após a Copa, não pude visitar meu padastro no hospital. E isso me deixou muito culpado por não ter ido me despedir. Mas me motivou no jogo seguinte. É coisa do ser humano, faz parte.

Expectativa para a Copa
A expectativa é muito boa, por tudo que a gente vem apresentando nos jogos. A gente teve nível de atuação incrível. Estamos buscando na preparação, para chegar bem na estreia e já domingo temos confronto difícil na estreia na Copa do Mundo. A forma do time estar jogando, se preparando, a responsabilidade é muito grande. 

Como chega à Copa?
Cada ano que passa a gente vai melhorando, é inevitável, a experiência vai chegando. Vivo uma das melhores fases da minha carreira, jogando em alto nível. Com 33 anos, para alguns sou um pouco velho, mas me sinto como um garoto, da melhor maneira. Estou muito bem preparado, o trabalho que fizemos nos últimos dois anos com o Tite, os dois com o Dunga, apesar da dificuldade que encontramos. Situações que fazem crescer, aprendizado muito grande, e por isso estamos passando por esse momento importante, que é o auge, a Copa. Temos a chance de reescrever nossa história, e vamos em busca. Não podemos prometer títulos, mas sim boas atuações. Estamos nos preparando da maneira que tem de ser e estaremos bem preparados na estreia. Podem ficar tranquilos que para a estreia, no domingo e outro domingo estaremos bem, porque estamos tranquilos do que estamos fazendo.

Crise de abastecimento no Brasil
Eu particularmente, meu carro ficou na garagem. A tristeza bate, nós como brasileiros queremos sempre o melhor. Não afeta a Seleção, mas dá motivação para se preparar e dar um pouco mais de alegria ao povo e vê se a gente consegue mudar essa situação.

Retornar à Rússia, onde jogou em 2005
Sentimento de tristeza e felicidade por tudo que vivi em 2005. Minha mãe sempre diz que meu anjo da guarda estava naquele país, por não terem feito a cirurgia no meu pulmão. Já tive a sensação de voltar lá agora nos amistosos, mas agora é diferente por uma Copa do Mundo, espero poder ser campeão lá. 

Sensação de ficar fora do 7 a 1 em 2014. Preferia estar dentro?

Pra mim foi muito difícil, porque você estando de fora, por mais que você tente passar coisas positivas, não pode ajudar. De fora você vê muita coisa que poderia ser diferente, mas você pode gritar que ninguém te escuta. Tanto que no intervalo entrei no vestiário para tentar alguma coisa. No primeiro tempo levamos cinco gols. Ninguém espera. Mais difícil estar fora do que dentro, porque dentro poderia fazer alguma coisa. Pessoas falam que foi um livramento, mas eu me sinto triste, a frustração foi de todos nós.



Paulo Rogério/sportsmanaus@gmail.com

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