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Em jogo com o Remo pelo Brasileiro Feminino A3, técnica do Recanto da Criança-AM diz: “Como se fosse uma final”

A partida de volta que decide a vaga e o acesso, será no próximo sábado, 27/5, na Colina, em Manaus.

Foto: @lmarinho96

Com três vitórias e um empate, o Recanto da Criança-AM quer manter a boa campanha no Campeonato Brasileiro Feminino A3, mas com grandes chances de conquistar a tão sonhada vaga na Série A2 do ano que vem. No primeiro desafio do jogo do acesso, as meninas amazonenses jogam fora de casa com o Remo, neste sábado, 20/5, às 14h (15h de Brasília), no Estádio Baenão, em Belém. A partida de volta que decide o classificado para a próxima fase, mas principalmente do acesso, será no sábado, 27/5, às 15h (16h de Brasília), no Estádio Ismael Benigno, a Colina, em Manaus.

Para a treinadora Renata Costa, o grupo vem evoluindo cada vez mais, seja nos treinos e nos jogos. Para ela, o time vem ganhando identidade, tanto fora quanto dentro de campo, o que faz muita diferença.

– Elas têm entendido bem o nosso método de trabalho, e principalmente o modelo de jogo. A ideia é manter o foco, desde o primeiro jogo da competição, ou seja, jogar cada jogo como se fosse uma final de campeonato. Não tem como pensar diferente disso. O campeonato nos obriga a agir dessa forma, o que é bom por um lado e ruim pelo outro. Bom, por nos tirar do conforto diário e ruim do calendário – comentou ao SPORTS MANAUS.

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Ciente de que vai enfrentar o adversário mais difícil até agora no Brasileirão, a comandante do Recanto, o importante não é perder a partida, mas conseguir somar, sendo um ponto não ruim.

– Sabemos das dificuldades que vamos enfrentar jogando fora de casa. A equipe do Remo é muito qualificada. Iremos como em todos os jogos para sair com a vitória, e se por ventura sairmos com o empate, podemos sim considerar um resultado aberto e não bom – disse, mas citou em caso de jogar pelo empate.

– Não vejo dessa forma, pois é muito arriscado. A mente do atleta é terrível, em relação a vantagem, acaba afetando o corpo e acaba influenciando em campo. Não é isso que queremos, ou seja, mais uma vez digo, todo jogo é uma final pra gente – finalizou Renata.

 

 

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