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Sobre o novo formato da Série C, dirigente do São José-RS diz: “Medir a capacidade de cada equipe por região”

Ano passado, o São José ficou ainda na primeira fase no grupo B, com 23 pontos

Foto: Kelly Bandeira Divulgação/EC São José

Na disputa do acirrado Campeonato Gaúcho, o Esporte Clube São José, vai participar mais uma vez do Brasileiro da Série C, e será um dos adversários do Manaus FC, agora com novo formato de disputa, em busca do tão sonhado acesso à Série B do ano que vem. Na temporada, o Zeca estreia fora de casa diante do Botafogo-PB, com data, local e horário a ser confirmado pela CBF. Ano passado, a equipe gaúcha ficou no grupo B, não conseguindo a vaga para a segunda fase, terminando em sexto lugar, com 23 pontos.

De acordo com o gerente executivo do São José, Luciano Oliveira, a nova formula de disputa do campeonato, veio em um bom momento. Para ele, a classificação para a próxima fase não considera mais difícil, em relação ao do ano passado.

– Acho que não, é o formato mais justo, porque dá condições dos times se enfrentarem. São 19 jogos, onde são confrontos diferentes do mando de campo. A gente poder ter a oportunidade de medir a capacidade de cada equipe por região. Quando se regionaliza, se divide em dois grupos, onde é visível os resultados dos últimos anos, ficando muito desproporcional – comentou ao SPORTS MANAUS, mas ainda citou.

– Por exemplo, se levarmos em conta a Tombense, que era do nosso grupo até o ano retrasado, se considera que os quatros clubes que tiveram acesso nacional de 2021, era da região Sul do meio do país pra baixo. Acho que o formato correto seria justo neste sentido – contou o treinador.    

Com o aumento de jogos na fase classificatória e jogando com todos contra todos, o dirigente do Zeca, afirmou que os custos para se conseguir os resultados como um todo, depende muito do fator organizacional para isso.

– Acho que a questão do investimento está relacionada com o planejamento, não só por uma questão especifica da competição. Quando se monta um planejamento tem que saber custear, ou seja, o que vai ter em relação ao calendário e se programar para isso, não especificamente porque é um Brasileirão. A gente sabe que o peso do jogador nacional é bem diferente do jogador, que atua no regional, mas o objetivo de cada clube tem que estar bem traçado – disse o comandante do Zeca.

 

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