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Na preparação para o BR feminino A2, técnico do 3B disse que chega de bater na trave e avisa: “Está na hora de acabar isso”

Foto: Lua Matias / 3B da Amazônia

Responsável pelo acesso do Botafogo-RJ na elite do futebol brasileiro, o técnico Gláucio Carvalho, 56, segue a preparação do 3B da Amazônia, para a disputa do Campeonato Brasileiro feminino A2, no sonho pela conquista da vaga na temporada, na Série A1 do ano que vem. Na estreia no Brasileirão, as meninas da Onça da Amazônia, jogam contra o VF4-PB, na segunda-feira, 13/4, às 15h30 (16h30 de Brasília), no Estádio Ismael Benigno, a Colina, zona Oeste da capital amazonense.

Com apenas 11 dias no comando da pré-temporada, o técnico Gláucio Carvalho, 56 anos, que implantou o futebol feminino no Fogão, trabalho muito para mudar essa situação do time de chega perto do acesso e nadar na praia.

– Vim aqui para esse desafio, pois todo grande trabalho começa com um grande desafio. E quando se fala de bater na trave, está na hora de acabar isso, pelo fato do 3B consegue proporcionar, entre estrutura de trabalho, conhecimento profissional e qualidade das atletas. Estamos formando uma equipe competitiva, sei que está longe do ideal, até porque temos pouco. Espero em breve, formar uma equipe forte, competitiva para colocar o 3B merece, ou seja, na elite do futebol brasileiro para representar com dignidade a região Amazônica – comentou ao SPORTS MANAUS.  

Mesmo sem ter muito conhecimento sobre o clube, um dos fatores que levaram ao vitorioso comandante do 3B, foi o fato de ter um elenco de qualidade, mas principalmente de poder realizar um trabalho que possa conquistar bons resultados, sendo o objetivo principal a vaga na Série A1 ano que vem.

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– Um dos fatores que facilitaram a minha vinda, é conhecer algumas jogadoras do 3B, inclusive algumas já trabalharam comigo, outras foram adversarias e comprovadamente é um elenco de boa qualidade que tem a capacidade de trazer os nossos objetivos traçados. Logico, haverá um período de adaptação, não só do Gláucio com 3B, mas vice versa – disse, mas citou como pretende implantar seu trabalho no time amazonense.

– Tenho a filosofia de um time que pressiona alto, tem a posse de bola, todas tem de marcar, que fiquem com a posse de bola, com os espaços, onde a gente faz as transições rápidas e verticalização no jogo, enfim, é uma coisa com tranquilidade. As jogadoras vão pegar rapidamente isso. Acredito que no primeiro jogo, a gente consiga mostrar nossa filosofia e consiga entrar em alto nível o mais breve possível – confessou Gláucio.  

 

 

 

 

 

 

 

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